Thomaz Bellucci – Buscando evolução

redacao 12 de setembro de 2013 0

O ATLETA ATINGIU SEU AUGE EM 2010, QUANDO SE TORNOU O SEGUNDO BRASILEIRO MAIS BEM RANQUEADO NA HISTÓRIA, FICANDO ATRÁS APENAS DO EX-TENISTA GUSTAVO KUERTEN.

Foto: Getty Images Latam / Divulgação Adidas

Profissional desde de 2005, Thomaz Bellucci logo conseguiu se firmar entre os principais tenistas do País. Com três títulos de nível na carreira, o atleta de Tietê, interior de São Paulo, já alcançou o posto de 21º lugar no ranking comandado pela ATP, além de levar o Brasil de volta à elite da Copa Davis, após ficar nove anos fora do cenário mundial. Mesmo entre suas viagens ao redor do mundo, Thomaz abriu um espaço na agenda e atendeu a equipe da revista Em Dia, confira a entrevista!

Em Dia – Como você conheceu o esporte?
Thomaz Bellucci – No início da minha carreira treinava no Ipê Clube. Comecei a jogar por intermédio dos meus pais, que sempre jogaram socialmente e que também sempre me incentivaram.

ED – Quem são seus ídolos?
TB – Sempre gostei muito de Pete Sampras e do Guga. Fora do tênis admirava o Ayrton Senna.

ED – Qual o Grand Slam que você mais gosta?
TB – Todos nós brasileiros gostamos de jogar em Roland Garros, por ter um clima diferente e, principalmente, por ser no saibro.

ED – Em 2014, o Brasil vai receber três torneios com bons níveis (ATP 250 São Paulo, ATP 500 Rio de Janeiro e WTA International Florianópolis). Você acha que isso pode trazer mais pessoas para o esporte?
TB – O Brasil tem um bom público de tênis, visto os últimos eventos realizados em São Paulo. Acho que uma coisa puxa a outra. Há o interesse do público e, com certeza, deverá aumentar o número de praticantes.

ED – Sendo campeão duas vezes do ATP de Gstaad, na Suíça. O que aquele lugar tem de especial na sua história?
TB – É um local que gosto muito de jogar, as condições privilegiam o meu jogo e já entrou para a história da minha carreira.

ED – Para você, qual foi o jogo mais marcante de sua carreira?
TB – O jogo que fiz contra o Andy Murray, no ATP Masters 1000 de Madri de 2011. Na época, ele era o número quatro do mundo e eu o venci por 6/4 e 6/2, nas oitavas de final. Foi uma semana incrível, principal­mente porque cheguei às semifinais e só fui parado pelo Novak Djokovic.

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